Marketing Político: Entenda o que é e quais são as tendências

Tempo de leitura: 3 minutos

Mas afinal, o que é marketing político?

Resumidamente, marketing político é um conjunto de técnicas que visa conectar um político ao seu eleitor através de propagandas.

Segundo Cândido (2010, p. 151), as propagandas políticas dividem-se em três tipos: a intrapartidária, a partidária e a eleitoral. Já Gomes (2010, p. 333) afirma que são quatro tipos: a intrapartidária, a partidária, a eleitoral e a institucional. Neste blog post o foco será sob a propaganda eleitoral.

Já ouviu aquela expressão de que “quem não é visto não é lembrado”? Pois é. Para os candidatos funciona da mesma forma. Sem boas ações de marketing, a comunicação com o seu eleitorado fica limitada e quem tem o poder de votar e de decidir o seu futuro, tem dificuldade de entender as propostas e conhecer as suas intenções. 

Como o marketing político era feito?

Há alguns anos as campanhas eleitorais (legalizadas) eram limitadas apenas aos comícios, à panfletagem, à adesivação de veículos, à criação de jingles (aquelas musiquinhas chiclete, por muitas vezes, cômicas) e a tão poderosa televisão, que ainda hoje é muito forte.

E como a tecnologia vem ajudando a melhorar essa comunicação?

marketing político

As leis referentes a divulgação/campanhas políticas através das mídias sociais sofreram algumas alterações para o ano de 2018.

Em 2014 era proibida toda e qualquer utilização de anúncios pagos nas redes. Ou seja, não era possível impulsionar uma publicação. Hoje é permitido de modo que não seja antecipada, como fica explícito abaixo:

A matéria está regida pelo Art. 36-A da Lei 9.504/97 (com redação dada pela Lei 13.165/15), que diz:

“Não configuram propaganda eleitoral antecipada, desde que não envolvam pedido explícito de voto, a menção à pretensa candidatura, a exaltação das qualidades pessoais dos pré-candidatos e os seguintes atos, que poderão ter cobertura dos meios de comunicação social, inclusive via internet: a participação em entrevistas, programas, encontros ou debates no rádio, na televisão e na internet, inclusive com a exposição de plataformas e projetos políticos, a divulgação de posicionamento pessoal sobre questões políticas, inclusive nas redes sociais” etc. 

Durante a campanha pode haver propaganda eleitoral na internet assim como impulsionamento. Durante a pré-campanha, como inexiste vedação legal, a regra é a mesma. Só não pode haver propaganda “antecipada”.

Dessa forma, fica visível o avanço na liberação do uso, de forma legal, das mídias sociais a fim de manter o eleitor informado acerca de suas possibilidades de exercício do direito de voto.

Veja alguns tipos de materiais utilizados nas mídias digitais hoje em dia:

  • Posts nas redes sociais: 

marketing político

Os posts em perfis políticos, geralmente, fazem referência à divulgação do número do candidato, às propostas mais fortes, à sua ideologia, às visitas que ele faz os bairros e cidades e à importância do voto.

Usar este modelo

marketing político

O santinho digital é uma novidade que já está viralizando. Através dele é possível resumir em apenas uma imagem as informações mais importantes do candidato. A sua foto, o seu número e as suas redes sociais, incluindo links de redirecionamento para quando o eleitor clicar, ser levado a um link específico.

Usar este modelo

  • Apresentações: 

marketing político

Apesar de não serem muito comuns, apresentações contextualizadas, com conteúdo mais relevante e trabalhado, funcionam muito bem para o candidato que deseja além de descrever as suas propostas, contar a sua biografia, a sua ideologia e os seu princípios.

Usar este modelo

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Fontes:

Estadão: https://politica.estadao.com.br

Tribunal Superior Eleitoral: http://www.tse.jus.br