Gestão fiscal para designers: por que é importante fazer e 5 boas práticas indispensáveis

Profissionais de design que trabalham por conta própria, os chamados autônomos ou freelancers, precisam se preocupar com várias outras questões de gestão de seu negócio que vão além da mera busca por mais clientes

Uma delas se refere à gestão fiscal.

A correta apuração e recolhimento de tributos, bem como a emissão e a organização das notas fiscais, são apenas alguns dos aspectos aos quais os designers autônomos devem se atentar. Caso contrário, alguns problemas graves podem surgir em suas empresas.

Neste artigo, vamos explicar qual a importância da gestão fiscal para designers e mostrar quais boas práticas esses profissionais podem adotar para fazer uma gestão fiscal mais eficiente e manter-se em dia com suas obrigações:

  1. Atualize o seu fluxo de caixa;
  2. Organize as suas notas fiscais;
  3. Fique atento aos prazos para cumprimento de algumas obrigações;
  4. Escolha o regime tributário mais adequado para o seu negócio;
  5. Consulte um profissional de contabilidade.

Qual a importância da gestão fiscal para designers?

A gestão fiscal se refere a um conjunto de ações que tem como objetivo garantir que se cumpram todas as obrigações e exigências legais relacionadas à tributação.

Para os profissionais de design, que podem desempenhar suas atividades de maneira autônoma, esse tipo de gestão é importante para assegurar que o designer atue em conformidade com a legislação vigente e não incorra em multas ou mesmo na paralisação de suas atividades.

Por meio da gestão fiscal, o profissional de design que trabalha por conta própria consegue apurar corretamente os tributos devidos, enviar as declarações necessárias dentro do prazo e ter maior controle sobre seu patrimônio e sobre suas contas a pagar e a receber, o chamado fluxo de caixa.

A gestão fiscal para designers é importante para que se consiga evitar autuações dos órgãos de fiscalização e manter a sustentabilidade financeira do modelo de negócio. 

Além disso, ela ajuda a reduzir o impacto da carga tributária sobre as atividades econômicas do designer. Para isso, é preciso saber escolher o melhor regime tributário, conforme as particularidades do seu negócio.

Veja mais motivos para fazer a gestão de notas fiscais em sua empresa:

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5 dicas de como fazer uma boa gestão fiscal para designers

Se você é um profissional de design e quer saber como fazer uma gestão fiscal mais eficiente, continue a leitura e confira 5 boas práticas que separamos para você implementar o quanto antes e manter-se em dia com suas obrigações.

1 – Atualize o seu fluxo de caixa

A primeira dica para os designers que querem fazer uma boa gestão fiscal é manter o fluxo de caixa atualizado.

É extremamente importante que se tenha controle sobre os seus recebimentos e também sobre as suas despesas diretamente relacionadas às suas atividades econômicas.

Atualize sempre as entradas e as saídas e mantenha tudo registrado.

2 – Organize as suas notas fiscais

Outra recomendação para a gestão fiscal de profissionais de design é manter as notas fiscais que você emite e recebe devidamente organizadas.

Crie categorias para esses documentos (clientes, data, tipos etc.) e os mantenha armazenados de maneira segura. Você pode usar drives na nuvem e separar as notas fiscais em pastas.

Mas procure investir em um sistema que automatiza a gestão de notas fiscais. Assim, você ganha tempo eliminando tarefas repetitivas, evita falhas na hora de preencher as NFs e faz a declaração dos seus ganhos de maneira mais ágil.

É muito mais prático e seguro.

3 – Fique atento aos prazos para cumprimento de algumas obrigações

É extremamente importante que você preste muita atenção aos prazos para cumprimento de algumas obrigações fiscais.

Você deve, por exemplo, ficar atento às datas limite para o envio de declarações e para o pagamento de tributos.

Se você perder o prazo poderá enfrentar muita dor de cabeça com os órgãos de fiscalização, além de ter que arcar com multas que podem comprometer o seu modelo de negócio.

4 – Escolha o regime tributário mais adequado para o seu negócio

Profissionais de design que trabalham como freelancers e que optam por formalizar suas atividades econômicas geralmente optam pelo formato de Microempreendedor Individual (MEI).

Para optantes do MEI, o regime tributário sempre será o Simples Nacional, o qual busca reduzir a burocracia em torno do recolhimento de tributos.

Mas, caso o seu faturamento anual ultrapasse o valor limite estabelecido para MEIs (R$ 81 mil), você deverá migrar para outro formato jurídico e optar por manter o Simples Nacional (faturamento anual de até R$ 4,8 milhões) ou migrar para outro regime tributário, como o Lucro Real e o Lucro Presumido.

Veja mais detalhes neste infográfico:

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5 – Consulte um profissional de contabilidade

O contador é o profissional que vai te ajudar a lidar melhor com as questões tributárias no seu dia a dia e fornecer as orientações específicas para a contabilidade do seu negócio.

Você pode recorrer à contabilidade online na hora de contratar esse tipo de serviço. Toda a documentação ficará armazenada na nuvem e você se comunicará com o contador à distância.

Essas foram as nossas 5 dicas de gestão fiscal para designers. O que você achou?

Implemente as recomendações que citamos aqui para fazer uma gestão mais eficiente e ficar em dia com o Fisco.

Este post foi escrito pela equipe da Nfe.io, um sistema de emissão e controle de notas fiscais que automatiza tarefas chatas e faz sua empresa ganhar tempo, performance e diminuir custos.

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